Consultoria de imagem e estilo auxilia empresas na decisão e orienta colaboradores a transmitirem imagem corporativa.
Para alguns é motivo de vergonha, para outros é sinônimo de praticidade. O uso de uniformes no ambiente corporativo muitas vezes enfrenta resistência por parte dos colaboradores. A velha associação da roupa padronizada à disciplina e obediência dos tempos de escola usualmente assusta alguns. Mas, no competitivo mundo organizacional de hoje, a verdade é que o uniforme destaca-se como uma importante ferramenta de organização e marketing. Quando bem elaborados, são motivo de orgulho para os colaboradores e contribuem para transmitir uma mensagem de eficiência e qualidade ao mercado.
A conscientização do cuidado com a imagem vem crescendo e as empresas adotam, cada vez mais, estratégias para garantir o sucesso da marca. O uniforme, nesse contexto, distancia-se da velha idéia de obediência e disciplina. “É uma forma de a empresa ter a sua imagem corporativa representada adequadamente perante os clientes”, afirma a consultora Andrea Azevedo.
Se a opção é pelo uniforme, a profissional explica que, para alcançar o visual adequado na equipe, um treinamento é fundamental. “Minha sugestão é reunir os colaboradores e mostrar os benefícios. Para a empresa, a opção é um modo simples de divulgar a imagem corporativa. E, para o colaborador, o uniforme é prático e econômico, pois ele não precisa gastar tempo pensando no que vestir ao acordar e nem em comprar roupas”, explica Andrea. Os objetivos da empresa vão direcionar o modelo do uniforme, corte e cor.
O uniforme é indicado, principalmente, a organizações que lidam diretamente com o público. “Lojas e ambientes de prestação de serviço, como clínicas médicas, dentárias, escritórios de advocacia, recepções em geral, secretaria e contabilidade são ambientes que merecem ter equipes uniformizadas”, afirma Andréa Azevedo. “O segredo mesmo é fazer um uniforme que faça as pessoas se sentirem bem. É importante que o colaborador tenha orgulho de vestir a camisa da empresa, literalmente, e entenda o investimento que a organização está fazendo”, diz.
Mesmo com a orientação, alguns colaboradores acabam tentando “personalizar” o uniforme, como destaca a consultora. Seja por meio de um acessório ou uma camiseta colorida debaixo da blusa, todos querem marcar um estilo próprio. O que fazer nesses casos? Andrea Azevedo lembra que, com jeitinho, e por meio de instruções sobre uso de maquiagem, calçado, bijouteria e outros tipos de acessório, a empresa pode passar ao colaborador seu recado, deixando com que ele se sinta à vontade, mas ao mesmo tempo perceba a necessidade de representar bem a empresa e de forma adequada. “As palestras às equipes são importantes por isso, pois ajudam a ampliar a aceitação da regra e a eliminar uma possível vergonha que possa existir em relação ao uniforme”, diz a consultora.
Mas, e quando o uniforme não é a melhor opção? A consultora de imagem explica que, mesmo sem a padronização da roupa, é possível, também, na empresa, adotar estilos que representam a imagem corporativa. No caso de existirem muitos setores, segundo Andrea Azevedo, é mesmo interessante e conveniente o uso de roupas diferentes, mas que estejam de acordo com a filosofia da empresa. Para esses casos, também vale uma consultoria especializada – para estudar o perfil da organização e definir o estilo de roupas que seus colaboradores devem adotar. O treinamento das equipes também é fundamental. (Por Flavia Fonseca)
WordPress database error: [Table 'blog_andrea.wp_comments' doesn't exist]
SELECT * FROM wp_comments WHERE comment_post_ID = '88' AND comment_approved = '1' ORDER BY comment_date